domingo, 27 de dezembro de 2009

Jesus - O Iluminado !

Jesus Luz, apesar do nome messiânico, era um jovem modelo que batalhava para se tornar famoso. Seu cachê girava em torno de 500 reais, quando conseguia algum trabalho... Mas eis que de repente, a "fada madrinha" Madonna surgiu em sua vida e com um simples "toque da varinha de condão" transformou o rapaz até então desconhecido num "príncipe encantado" e sonho de consumo para mulheres de todo o mundo. A carreira decolou - o cachê inicial pulou para 200 mil reais e não faltam convites para desfiles, campanhas de grifes famosas, participação em eventos e também para alegrar as pistas de dança como dj, que aliás, é um dos seus trunfos atualmente, está inclusive planejando um cd de músicas eletrônicas para 2010, ano que promete ser bem promissor.

Taí uma amostra de como ganhar na "loteria" sem gastar um tostão! Parece que esse Jesus Luz é mesmo iluminado!

sábado, 12 de dezembro de 2009

Histórias do Cotidiano - Uma Viagem de Ônibus


Muitas vezes estamos tão absorvidos em nossos problemas que mal percebemos o que acontece ao nosso redor, mas uma cena num ônibus foi tão surpreendente que ficou em mim um misto de indignação e compaixão ao mesmo tempo.
Havia um cara sentado no banco, que ao lado trazia o aviso : "Assento Especialmente Reservado Para: Gestantes, Idosos, Pessoas com deficiências físicas e Pessoas com crianças no colo - Na ausência de pessoas nestas condições, o uso do assento será livre".
Eis que entrou uma senhora de idade um tanto avançada e dirigindo-se ao rapaz com arrogância, cobrou seu direito àquele lugar: "- Não está vendo seu atrevido, que este lugar é meu ?".
O rapaz, muito constrangido, levantou-se, cedeu o lugar e estando de pé, ergueu a bainha de sua calça deixando à mostra uma prótese mecânica que ia até a altura da coxa. Retirou-a, colocou no colo da senhora e fitando-a firmemente mas com a voz ainda suave, disse: "- Agora a senhora vai carregar a minha perna mecânica."
Todos os olhares dos passageiros voltaram-se para ela, que diante da surpresa ficou totalmente desconcertada e sem saber o que fazer, com uma expressão atônita, instintivamente levantou-se, deu o sinal e desceu no primeiro ponto.
Neste curto percurso, extrai uma lição de vida: nem sempre podemos confiar apenas e tão somente nas aparências e a boa educação cabe em qualquer lugar.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Construa sua própria Felicidade

A ciência comprova que a felicidade encontra-se na forma como encaramos a vida. O que para muitos pode ser um fracasso ou uma tragédia, para o otimista, é visto como uma oportunidade de aprendizado. Aqui vão algumas dicas para tornar a vida mais agradável e quem sabe mais "feliz" :
Desenvolva o hábito da gratidão. Agradeça sempre os pequenos favores recebidos por amigos ou estranhos
Para alcançar o bem-estar, mantenha uma atitude positiva permanente
Lembre-se: a felicidade depende do nosso estado de espírito e de como interpretamos as situações que nos cercam
Aprenda a apreciar e dar valor às coisas simples da vida: o abraço de um amigo, um prato saboroso, os mistérios da natureza ou o sorriso de uma criança
Registre momentos que valham a pena ser recordados, pode ser através de fotografias, filmes, diários, etc
Aceite a vida também com seus momentos tristes procurando sempre superá-los
Seja leal, guarde segredos, tenha sempre um ombro amigo para amparar aqueles que necessitam de você
A felicidade consiste em preparar o futuro, pensando no presente que foi alicerçado no passado.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Elas Desnudaram a Literatura


Na literatura, Anaïs Nin polemizou em sua época ao escrever obras permeadas de erotismo e idéias feministas baseadas em experiências pessoais. Foi amante de Henry Miller e autora do best-seller "Delta de Vênus", tornando-se a precursora de toda uma geração de escritoras que busca no sexo um novo "boom" literário. E atualmente algumas escritoras brasileiras, dotadas de ousadia e sensualidade, vem destacando-se nesse segmento.
Fernanda Young em "Efeito Urano" fala de adultério e homossexualismo: uma mulher que se perde na ingenuidade e excitação ao conhecer outra, formando-se assim, um triângulo amoroso de duas mulheres e um homem.
Sabina Anzuaegui, escritora paranaense, apresenta o sexo como um componente da vida, sem o qual as relações humanas estariam truncadas em seu romance "Calcinha no Varal".
Ana Ferreira narra histórias em primeira pessoa, mas que não são necessariamente dela. Trabalha com fantasias sexuais e coisas que muitas mulheres gostariam de dizer e muitos homens sonham em ouvir, em "Amadora".
E com pitadas menos ficcionais, Mariana Brasil relata o dia-a-dia das prostitutas brasileiras que partem para fazer o eixo Itália-Suíça em "O Manuscrito de Sônia", história que inspirou Paulo Coelho a escrever seu sucesso "Onze Minutos".
Kika Salvi apresenta aos leitores um pouco de sua intimidade em "Kika, A Estranha", onde há sexo frustrado, falta de dinheiro, festas, amigos loucos e por aí vai.
A ex-garota de programa Raquel Pacheco, conhecida por Bruna Surfistinha baseada em trechos de diários, escreveu "O Doce Veneno do Escorpião - o Diário de uma Garota de Programa", que inclusive, gerou um filme que será estrelado por Deborah Secco no papel principal.


"Não se é escritor por ter escolhido dizer certas coisas, mas sim pela forma como as dizemos." - Jean-Paul Sartre




quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Toda Mulher é meio Leila Diniz !


Já dizia Rita Lee em "Todas as Mulheres do Mundo": "Toda mulher quer ser amada, toda mulher quer ser feliz, toda mulher se faz de coitada, toda mulher... é meio Leila Diniz !"
E tive o prazer de ler o texto do psicanalista Eduardo Mascarenhas sobre esta musa, que tanto admiro, resolvi compartilhá-lo:
"Até uns anos atrás, praticamente não existiam nem a sexualidade nem o amor. Pelo menos tal como os conhecemos hoje em dia. Havia sexo, sim, mas sexo reprodutor, sexo sem gozo nem amor. De um lado, homens precoces. De outro, mulheres assexuadas e, por eles, reprimidas.
Mocinhas, elas ainda eram sonhadoras e românticas. Depois, nem isso. Perdiam o viço e ficavam generalizadamente flácidas. Ao se tornarem esposas, amatronavam-se e não sonhavam mais.
Os homens tinham na vida duas coisas a fazer: ganhar dinheiro e tornar suas filhas e esposas seres sem sexo. Para tanto valia tudo.
As mulheres que se conformassem com esse destino recebiam o honroso título de moças de família ou mulheres de bem. As que se rebelassem deveriam ser difamadas. Eram chamadas ou de prostitutas ou de fêmeas possuídas por um obsceno furor: o furor uterino.
Os machões perpetravam sexo, assim, com três tipos de mulheres: a esposa frígida em casa; a ninfomaníaca (ou sua versão mirim - a galinha) nas garçonnières; e a meretriz nos rendez-vous.
Como conseqüência, existiam três tipos de sexo: o sexo família, o sexo profissional, o sexo adulterino.
Foi nesse sufocante panorama que emergiu Leila Diniz. Sozinha, emocionante, linda.
As esquerdas eram caretas. Muita cabeça e pouco corpo. Revolucionárias na política, eram reacionárias nos costumes.
E o movimento hippie apenas ensaiava os seus primeiros passos e decididamente não chegara ao Brasil. O que já tinha se firmado por aqui eram os roqueiros dos anos 50 - a juventude transviada. Muita birita, muita corrida de carro, muito lampião quebrado, muito rock com chiclete mas, na hora de dormir, um beijinho na boca e cada qual para sua casa.
Leila, assim, é uma heroína solitária, uma precursora dos anos 70. Com dignidade, ama e faz amor. Engravida-se fora do casamento e expõe a beleza de seu ventre grávido pela primeira vez em nossas praias. Com graça e humor, rompe o preconceito de que mulher não diz palavrão.
A sociedade se assusta. A alegria de Leila deveria ser penalizada. Leila é agredida pelos conservadores. É julgada publicamente pela TV. E condenada. "O Pasquim" oferece suas páginas para a defesa da atriz. Sua entrevista, explode e ela se torna, de musa de Ipanema, um mito nacional.
E Leila está aí. Viva em cada mulher que diz não. Viva na alegria das mulheres que buscam a verdade."


"Só me arrependo das coisas que eu não fiz. Das coisas que fiz, não me arrependo nada." - Leila Diniz
(frase que se tornou antológica em sua entrevista para "O Pasquim").

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

29 Anos sem John Lennon


08 de Dezembro de 2009 poderia ter sido um dia como tantos outros se não fosse o fato de que nesta data estamos completando 29 anos da morte de John Lennon - um dos mais importantes ícones do século XX.
E este ano foi lançada a biografia "John Lennon - A Vida" de Philip Norman pela Companhia das Letras com tradução de Roberto Muggiati. Não resisti. Uma forte curiosidade em saber mais a respeito de um dos meus ídolos (e acredito que de muita gente também) apoderou-se de mim e comprei o livro.
Não acredito em "biografias definitivas", mas até o momento é o mais completo relato de sua trajetória: a infância em Liverpool; as tragédias que o marcaram imensamente: as mortes da mãe Julia, do empresário Brian Epstein e Stu Sutcliffe, um dos primeiros integrantes dos Beatles; a carreira pontuada de sucessos ao lado de Paul, George e Ringo, ultrapassando a marca de mais de 1 bilhão de discos vendidos pelo mundo, o que os colocam no "topo do show business"; o afastamento da banda; o casamento com Yoko Ono; a dedicação ao filho Sean; a implacável perseguição do FBI para deportá-lo dos Estados Unidos por conta de sua atuação política pacifista em meio a tantos conflitos e guerras, contrariando Nixon e outros líderes da época; até encontrar seu assassino no fatídico 08 de Dezembro de 1980.
No dia 14 de Dezembro de 1980, meio milhão de pessoas se reuniram no Central Park de Nova York para realizar uma homenagem a John Lennon. Ao meio-dia em ponto fizeram dez minutos de silêncio e o mesmo ocorreu pelo mundo afora, como um simbolismo do fim de um sonho de uma geração. Nenhum rei, nem chefes de Estado jamais conseguiram o mesmo que o ex-beatle: mobilizar o mundo inteiro para uma homenagem póstuma.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Circuito Alternativo em São Paulo

Este ano rola a 17ª edição do Festival Mix Brasil de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual, pioneiro ao exibir filmes para um grande público falando abertamente das identidades do segmento GLBT. "Do Começo ao Fim" , que retrata a história de amor entre dois irmãos gays, foi escolhido para a abertura. Dentre os 104 filmes (incluindo-se curtas e longas), 25 são brasileiros.
Suzy Capó, diretora do festival criou também uma distribuidora de filmes - Festival Filmes, a fim de levar as produções para as telas comerciais. Dentro da Festival Films, existe o selo Filmes do Mix, que lançou "De Repente, Califórnia".
"De Repente, Califórnia" (Shelter), do diretor Jonah Markowitz, foi eleito o Melhor Filme no Festival Mix Brasil 2007 e conta a história de Zach, um jovem forçado a abrir mão de seu sonho de cursar uma escola de Belas Artes para trabalhar e ajudar a irmã e o sobrinho. Nos momentos de lazer, surfa, anda de skate, faz grafite pelas ruas (cenas em que é notável a beleza da fotografia do filme) e se relaciona com Shaun, que tentará ajudá-lo na realização de suas ambições. Uma obra que é sucesso entre o público gay, mas que faz qualquer espectador se apaixonar.
Eventos como este nos fazem respeitar a diversidade. Nosso país tem uma Constituição laica e um imenso sincretismo religioso. Não podemos agir como na Inquisição, em que lançavam à fogueira pessoas que ousavam ser diferentes. E hoje existe uma verdadeira "Caça às Bruxas" por parte de grupos religiosos ultra-radicais. A eles, só posso citar a frase de Samuel Butler:

"Um argumento a favor do Diabo:
É preciso recordar que nós ouvimos só uma versão da história.
Deus escreveu todos os livros."

domingo, 6 de dezembro de 2009

HAIR - 40 Anos de História no Brasil

A peça HAIR foi escrita por James Rado e Gerome Ragni e a música composta por Galt Mac Dermot.
Estreou nos Estados Unidos em 17 de outubro de 1967 e após 45 apresentações chegou ao
Teatro Baltmore na Broadway em 29 de abril de 1968 onde foi encenada com grande sucesso e teve quase duas mil apresentações. Neste mesmo ano, no mês de dezembro no Brasil era assinado o Ato Institucional nº 5 que instalou a ditadura militar com cassações de direitos políticos, prisões e torturas àqueles que se opunham ao regime e exigiam liberdade em todos os sentidos e principalmente de "expresssão", no caso dos artistas.
Neste contexto, em outubro de 1969 estreava em São Paulo a montagem brasileira do musical, no palco do Teatro Aquarius, mais tarde Zaccaro, na Bela Vista. Graças à audácia do ator e produtor Altair Lima que comprou os direitos para ser encenada no Brasil e investiu todas as suas economias, na época, cerca de duzentos milhões de cruzeiros, e permaneceu em cartaz de 1969 a 1972, sempre com lotações esgotadas e chegando a quase duzentos mil espectadores só nos oito primeiros meses de lançamento. A montagem contou com o seguinte elenco: Altair Lima e Maria Cecília Camargo (Produção), Ademar Guerra (Direção), Cláudio Petraglia (Direção Musical) e Renata Pallottini (Versão para o português). Alguns atores que se destacaram: Altair Lima, Aracy Balabanian , Ariclê Perez, Armando Bogus, Bibi Vogel, Cleo Ventura, Edir de Castro, Ester Goes, Fernando Reski, Jesus Pingo, Maria Helena, Rosa Maria, Neusa Borges, Ricardo Petraglia e Sonia Braga.

Esta peça foi um grito de liberdade dos jovens americanos contra a Guerra do Vietnã e que desencadeou o Movimento Hippie por todo o mundo com sua mensagem de "Paz e Amor" !


sábado, 5 de dezembro de 2009

Zuzu Angel - Quem É Essa Mulher ?


Zuzu Angel (1923-1976). Zuleika Angel Jones, estilista de moda feminina e ativista política, nasceu em Minas Gerais, Brasil.
Uma das estilistas brasileiras mais interessantes das décadas de 1960 e 1970.
Zuzu começou como costureira no fim da década de 1940. Já na década de 1950, mudou-se para o Rio de Janeiro, passou a produzir peças e montou uma butique em Ipanema.
Suas criações eram inspiradas em temas regionalistas e folclóricos, com estampas de pássaros, borboletas e papagaios. Misturava renda, seda, fitas e chitas, com pedras brasileiras, fragmentos de bambu, de madeira e conchas.
Com uma personalidade forte e um estilo característico em suas criações, ela ficava em um meio-termo entre a alta-costura e o prêt-à-porter.
Ela dizia que sua moda era para mulheres que em nada lembravam as magérrimas manequins apresentadas nos ateliês tradicionais.
Dentre suas modelos mais famosas, estava "Elke Maravilha", que por denunciar o regime militar, acabou presa na época.
Em 1970, Zuzu Angel ficou conhecida internacionalmente com a venda de suas criações no Magazine Bergdorf Goodman, de Nova York. Entre suas clientes, destacaram-se: Joan Crawford, Liza Minelli, Kim Novak, Jean Shrimpton e Veruschka.
A partir de 1971, com a prisão, tortura e morte de seu filho Stuart Edgard Angel pelo regime militar, passou a dedicar sua vida a denunciar a ditadura no Brasil através de suas criações. Chegou a fazer desfiles-denúncia em Nova York, onde apareciam tanques, pássaros aprisionados, anjos mutilados, caveiras e manchas de sangue bordadas sobre vestidos em tons verde e amarelo - que impressionaram a opinião pública internacional.
Em abril de 1976, um atentado terrorista camuflado de "desastre de automóvel" assassinou a estilista que tanto incomodava o regime instalado no país. Em sua homenagem, Chico Buarque compôs a música "Angélica".
Em 1987 foi lançado o livro "Eu, Zuzu Angel, Procuro Meu Filho" - A Verdadeira História de um Assassinato Político, autora Virginia Valli e em 2006 sua vida foi contada no filme "Zuzu Angel", dirigido por Sérgio Rezende, tendo Patrícia Pillar no papel de Zuzu. Ela teve três filhos: Stuart, Ana e Hildegard Angel, que trabalhou como atriz no cinema e na televisão na década de 70. Dedicou-se ao colunismo social no jornal "O Globo" e desde 2003, no "Jornal do Brasil".

Chico Buarque assim descreveu a dor e a coragem de Zuzu nesta bela canção:


Angélica

Quem é essa mulher /Que canta sempre esse estribilho?
Só queria embalar meu filho /Que mora na escuridão do mar
Quem é essa mulher / Que canta sempre esse lamento?
Só queria lembrar o tormento / Que fez o meu filho suspirar
Quem é essa mulher / Que canta sempre o mesmo arranjo?
Só queria agasalhar meu anjo / E deixar seu corpo descansar
Quem é essa mulher / Que canta como dobra um sino?
Queria cantar por meu menino / Que ele já não pode mais cantar
Quem é essa mulher / Que canta sempre esse estribilho?
Só queria embalar meu filho / Que mora na escuridão do mar



Beto Rockefeller - O Primeiro Anti-Herói Brasileiro

Beto Rockefeller: A criação do primeiro anti-herói em novelas nacionais !
Beto era um "bicão" de origem humilde que trabalhava numa loja de calçados, amigo de um mecânico que lhe emprestava os melhores carros da oficina e tentava introduzir-se na alta-sociedade para casar-se com uma "ricaça" e subir na vida. Até ser desmascarado...
Esta novela, da extinta Rede Tupi, durou 1 ano e teve 298 capítulos, tornando-se um marco na história da teledramartugia brasileira, ao introduzir as seguintes inovações: utilização de trilha-sonora (cada personagem tinha um tema musical próprio), criação de merchandising, sendo Luiz Gustavo o pioneiro, ao fazer propaganda da ENGOV, a primeira a utilizar cenas externas e tomadas aéreas, linguagem coloquial, etc.
O personagem foi criado por Cassiano Gabus Mendes e o próprio Luiz Gustavo. A novela foi escrita por Bráulio Pedroso. Direção de Lima Duarte e Walter Avancini.
O sucesso foi tamanho que rendeu um longa-metragem "Beto Rockefeller" com direção de Olivier Perroy em 1970. E uma continuação da novela em 1973 - "A Volta de Beto Rockefeller".
Luiz Gustavo Sanchez Blanco (Beto Rockefeller), ator natural de Gotemburgo - Suécia, filho de um diplomata espanhol, nascido em 2 de fevereiro. Começou a carreira como camera-man, depois técnico de som, assistente de estúdio e posteriormente, em 1964 estreou como ator na Tv Tupi. Único em seu estilo naturalista de interpretação, com utilização de "maneirismos" é referência para as novas gerações !

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Selton Mello - Tipo Exportação

Fonte: Revista Gloss

Na semana do Cinema Nacional fui assistir ao filme "Jean Charles", de Henrique Goldman, que estreou este ano e conta a polêmica história de Jean Charles de Menezes, um brasileiro obstinado que segue para Londres em busca de novas oportunidades de vida e acaba confundido com um terrorista e morto a queima-roupa no metrô pela Scotland Yard britânica.

Selton acerta na dosagem do personagem e mostra que é mesmo um artista multimídia: dirige cinema (lançou em 2008 seu filme de estreia "Feliz Natal"), como ator tem feito em média dois filmes por ano (são 24 longas-metragens no currículo, dentre eles: "Lavoura Arcaica" - 2001 ; "O Auto da Compadecida" - 2000; "O Cheiro do Ralo" - 2006 e "Meu Nome Não é Johnny" - 2008), é também produtor, dublador, músico, faz teatro e apresenta o programa "Tarja Preta" no Canal Brasil.

Talentoso e versátil, é a nova sensação nas telas "made in Brazil" !